Quando nos referimos a destino, comumente estamos falando de algo que tem um fim inevitável, estático, mas recentemente entendi algo que me passou despercebido por muito tempo.
Comparei nossa vida com nosso espaço, falando do nosso espaço físico.
Não sabemos onde acaba a vastidão do Universo, (termo macro) nem acreditamos que ele acabe, pois é infinito.
Também para o fim como único "indivisível" que nos constitui.
Acreditava-se que existia uma quantidade mínima que era o átomo, mas esta tese já caiu, agora temos os quarks, e enfim, não chegamos ainda a um fim diminuto concreto.
A relação é a seguinte, se do micro ao macro não temos fim, não devemos pensar em fins estáticos, portanto, antes pensávamos que era preciso todo o universo estruturado para ocorrer um simples acontecimento, mas as coisas se entrelaçam, e as forças se unem, portanto nada é estático, enquanto pode ser de uma maneira, podem ser de outra se quisermos.
o LIVRE ARBÍTRIO demonstra isto.
Então em um mundo com milhares de pessoas pensantes e que fazem escolhas, e fé envolvidas, tudo pode mudar sempre, é uma atmosfera de acontecimentos flexíveis.
O tempo é estático linear, o resto se inclina através dele.
Nenhum comentário:
Postar um comentário